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Mundialito, Aberto do Brasil, WTT Contender... as muitas vezes em que o mundo do tênis de mesa se reuniu no Brasil nos últimos 40 anos

Guia do Tênis de Mesa, com versão atualizada no site da CBTM, traz um pouco da História dos abertos internacionais, que começou em 1984, no Maracanãzinho

Hugo Calderano vibra no Aberto do Brasil de 2017.
Hugo Calderano vibra no Aberto do Brasil de 2017.

Nelson Ayres (Fato&Ação) – Assessoria de Imprensa CBTM

Em 1984, uma ousadia de alguns dirigentes do tênis de mesa dava início a uma linda história. Liderados pelo jovem mineiro Alaor Azevedo, então diretor técnico da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), eles fizeram o Mundialito, no Maracanãzinho, no Rio, que inaugurou uma era de eventos internacionais da modalidade no país. Quase 40 anos depois, o WTT Contender Rio vai tomar conta da Arena Carioca I, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, a partir da próxima segunda-feira (7).

Os registros dos campeões e medalhistas destes torneios estão reunidos no Guia do Tênis de Mesa, compilado histórico que pode ser acessado NESTE LINK e que ganhou versão atualizada nesta semana, com as recentes participações do Brasil no Sul-Americano Adulto e no Parapan de Jovens.

O primeiro Mundialito levou um grande público ao Maracanãzinho, com promoção em jornais de grande circulação do Rio de Janeiro e muita criatividade para dar total estrutura aos craques internacionais. Era o início de uma geração fantástica brasileira na modalidade, liderada por Hugo Hoyama e Cláudio Kano. Atletas de Estados Unidos, Argentina, França, China, Itália, Japão, Inglaterra, Alemanha e, logicamente, do Brasil, desfilaram por aqui. Mas foram os orientais que dominaram o pódio: o chinês He Zhiwen faturou o título, com o compatriota Hui Jung em segundo, o japonês Seiji Ono em terceiro e o também japonês Norio Takashima na quarta posição.

A geração brasileira amadureceu e começou a também frequentar os pódios nos anos seguintes. Cláudio Kano foi o primeiro deles, vice-campeão na edição seguinte, em 1988, disputada em São Paulo. De evento pontual, o Mundialito passou a acontecer quase anualmente: Suzano (1989 e 1995), Jundiaí (1990), Maringá (1991), Rio de Janeiro (1992, 1993, 1996, 1997, 1999, 2000 e 2003) e São Paulo (2001 e 2002) foram as cidades que receberam o evento. Entre os brasileiros, foi uma mulher quem subiu primeiro ao alto do pódio individual: Carla Tibério, na edição de 1990.

Em 2004, o Mundialito se transformou em Aberto do Brasil e passou a fazer parte do Circuito Mundial, contando pontos para o ranking mundial. O sarrafo também aumentou para os nossos mesa-tenistas. Naquele ano, o vice-campeão mundial de 1997, Vladimir Sansonov, da Bielorrússia, foi o campeão masculino e o Brasil não apareceu no pódio dos torneios individuais e de duplas.

O jejum de títulos foi longo, com os mesa-tenistas brasileiros aparecendo no pódio apenas duas vezes até 2013. Naquele ano, um rapaz, no alto de seus 17 anos, voltaria a colocar a bandeira brasileira no lugar mais alto do pódio: Hugo Calderano, com Gustavo Tsuboi em segundo e Cazuo Matsumoto em terceiro. O carioca repetiria a dose em 2017, naquela que foi a última aparição do Brasil sediando um evento oficial do Circuito Mundial.

Resta saber quem vai escrever seu nome agora nos livros de História.

 

FATO&AÇÃO COMUNICAÇÃO

Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM)

Atendimento: Nelson Ayres – nelson@fatoeacao.com

01/08/2023 - 23:00

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